Imagens: reprodução Internet

Nas últimas semanas, a imagem da Momo, personagem de aparência aterrorizante com olhos esbugalhados, pele pálida e um sorriso sinistro, repercutiu não só na internet, mas também dominando conversas e preocupando muitos pais. E foi diante da repercussão gerada que Mang Mídia trouxe uma entrevista com o Youtuber Renato Barros, que comentou o assunto.

Primeiramente, Renato esclareceu que a personagem começou a ficar conhecida em 2018, por meio de grupos de WhatsApp e gerou preocupação porque incentiva crianças a automutilação e até mesmo a se suicidarem. Agora em 2019, voltou à tona por supostamente estar aparecendo em vídeos infantis como os publicados no Youtube Kids. Em comunicado, o YouTube afirma não ter recebido “nenhuma evidência recente de vídeos mostrando ou promovendo o desafio Momo no YouTube Kids“, apesar disso, Renato, ressaltou a necessidade de os pais estarem alertas.

“É importante que os pais se inteirem daquilo que os filhos estão vendo e ouvindo na internet. Muitas vezes estando no celular apenas eles veem os conteúdos, diferente de quando se assiste algo na televisão e que todos que estão na sala podem assistir ao mesmo tempo. Por isso, a necessidade do cuidado” afirmou.

Renato também chamou a atenção para que os pais também cuidem ao colocar celulares, tablets e computadores a disposição das crianças. Que observem a idade dos filhos e o tempo que passam acessando.

“Muitos pais acham cômodo dar o celular ou disponibilizar o computador quando o filho chora ou para mantê-lo quieto e distraído por várias horas. Mas é aí que mora o perigo” ressaltou.

Aproveitando a entrevista, Renato explicou ainda sobre a deep Web, também chamada de deepnet ou undernet, que é uma parte da web que não é indexada pelos mecanismos de busca, como o Google, e, portanto, fica oculta ao grande público. Renato comentou que geralmente, a deep web é associada a conteúdo ilegal, como venda de drogas, pornografia infantil ou diversas outras atividades obscuras. Por isso, mais uma vez, ele reforçou a necessidade do controle dos pais quanto ao que os filhos acessam.

Nem sempre é fácil controlar, os pais precisam trabalhar e não podem estar tempo todo de olho nos filhos. Uma dica é contratar um técnico em informática, que pode instalar bloqueios em diversas páginas da internet e oportunizar que os pais acessem o histórico de páginas acessadas, cabendo que façam isso ao fim do dia ou determinado período. Além disso é fundamental conversar com os filhos, alertar e orientar sobre os perigos que se encontra na rede”, finalizou renato.

*Com informações G1 e Tecnoblog

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