Policiais rodoviários foram flagrados contando dinheiro de propina — Foto: Reprodução/RPC

O Comando Geral da Polícia Militar do Paraná expulsou 13 policiais rodoviários estaduais acusados de cobrar propinas de motoristas em estradas do sudoeste do Paraná. Os militares chegaram a ser presos pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em 2018.

A decisão foi publicada em ofício interno da Polícia Militar no dia 23 de julho, mas foi divulgada e confirmada pela RPC nesta quinta-feira (30).

Segundo a denúncia do Gaeco, os policiais faziam parte de um esquema organizado para arrecadar dinheiro de motoristas. Entre as provas estão trocas de mensagens, conversas telefônicas e gravações feitas com uma câmera escondida dentro de uma viatura da Polícia Rodoviária Estadual.

Os policiais presos em fevereiro de 2018 foram soltos cinco meses depois e respondem aos processos em liberdade.

O Comando decidiu expulsar 13 dos 16 policiais processados no julgamento administrativo.

Uma policial pediu exoneração antes da decisão, outro não foi julgado por conta de uma ação de nulidade em curso, e outro militar foi absolvido de uma única acusação.

O Comando Geral da Polícia Militar do Paraná expulsou 13 policiais rodoviários estaduais acusados de cobrar propinas de motoristas em estradas do sudoeste do Paraná. Os militares chegaram a ser presos pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em 2018.

A decisão foi publicada em ofício interno da Polícia Militar no dia 23 de julho, mas foi divulgada e confirmada pela RPC nesta quinta-feira (30).

Segundo a denúncia do Gaeco, os policiais faziam parte de um esquema organizado para arrecadar dinheiro de motoristas. Entre as provas estão trocas de mensagens, conversas telefônicas e gravações feitas com uma câmera escondida dentro de uma viatura da Polícia Rodoviária Estadual.

Os policiais presos em fevereiro de 2018 foram soltos cinco meses depois e respondem aos processos em liberdade.

O Comando decidiu expulsar 13 dos 16 policiais processados no julgamento administrativo.

Uma policial pediu exoneração antes da decisão, outro não foi julgado por conta de uma ação de nulidade em curso, e outro militar foi absolvido de uma única acusação.

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